quarta-feira, 20 de junho de 2007

Festa de sacristia tem de ter música pimba...

Festa para ser festa tem que ser com música pimba, por isso não quero destruir as expectativas de nenhum dos meus convidados, sugiro para mais este dia de festa... Soraya...

terça-feira, 19 de junho de 2007

Tatuagens... a sacristia está ao rubro...!

Como tatuagens dos anos que passam... hoje deixo vir ao de cima o meu lado mais..."pimba" e convosco Mafalfa Veiga em dueto com Jorge Palma...


A todos aqueles que passaram na minha vida... obrigado...
A todos aqueles que ficaram tatuados no meu coração... espero nunca os perder... porque a ausência fisica, não implica ausência de pensamento... e penso neles todos os dias com um grande carinho, torcendo para que a cada dia, cresca mais o laço que nos unes... ( isto de fazer anos faz-me mal... tou a ficar piegas será que são os primeiros sinais de demência da idade)

segunda-feira, 18 de junho de 2007

Porque a festa tem de continuar...

Convosco e em homenagem a um recente mas muito querido amigo... que me levou a um concerto deste senhor em serralves e que apesar de ter pensado que eu ia odiar... eu até curti... obrigado meu por tudo és super cool, apesar das tuas 36 personalidades no fundo és tu mesmo nelas todas... bjos
convosco apresento PandaBear...

domingo, 17 de junho de 2007

Festa na sacristia

Começaram as festas na sacristia... de 2ª feira a 8 dias o noviço tá de parabéns... ehehe
Para iniciarem as festas nada melhor que propor algo xeio de entusiasmo, uma mensagem muito actual e acima de tudo hiper super extra divertida...
Com Vocês....
LAS SUPREMAS DE MOSTOLES



Digam lá se estas gajas não são do diabo?...
para dizer a verdade acho que nem ele se lembraria de criar uma coisa tão... como é que posso dizer... tão... tão... "rara"

sexta-feira, 15 de junho de 2007

A Criança que não Queria Falar


"Desde a sua publicação em 1980, A Criança Que Não Queria Falar alcançou a proeza de ser bestseller no Reino Unido, Itália, França, Alemanha, Holanda, Suécia, Finlândia, Japão, Indonésia e Coreia. O motivo poderá ser explicado pelo facto de ser uma história baseada num caso verídico, o de Sheila, uma criança de seis anos, abandonada pela mãe e vítima de graves abusos, que pelas circunstâncias da vida, deixou de falar e de estabelecer qualquer forma de comunicação com o mundo. Inserida numa turma de crianças com deficiências mentais graves, ninguém acredita na sua recuperação, à excepção da sua professora Torey, que empreende uma jornada de esperança e coragem, libertando a pequena menina do seu longo silêncio. Um livro de emoções intensas, que se pode classificar como um caso de grande humanidade, transmitindo a capacidade que há em cada um de nós de superar obstáculos."
In "http://www.bertrand.pt/"


Um livro a ler...
sugestão do noviço

terça-feira, 12 de junho de 2007

A vida continua


Depois do adeus,
o sol continua a brilhar lá fora...
Mesmo pensando que o mundo vai acabar...
não, apenas algo está a mudar...
cá dentro algo cresce,
não sei dizer muito bem o quê.
No ínicio doi, corroi...
mas o tempo tudo cura...
afinal de contas a vida continua.
No final só resta acreditar,
o saldo será positivo...
não ganho um amante...
mas ganharei algo melhor
GANHEI amigo...
hugs and kiss

sábado, 9 de junho de 2007

Pernas para que vos quero...




Tenho de começar a pensar em fazer dieta... senão... ainda sou comido:)

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Leis à moda de Salazar




Não é que ficasse pobre... mas... com tanta coisa que vai mal, não havia necessidade... lolol

desigualdades sociais




O que incomoda não é o facto de existiram sociedades protectoras, mas sim que como animais que somos não termos todos os mesmos direitos...

quinta-feira, 7 de junho de 2007

RESUMO DA PEÇA HAMLET (WILLIAM SHAKESPEARE)

Num passeio com um amigo pelo arrabida Shopping dei conta desta preciosidade de facto muito interessante ehehe...

Hamlet é uma peça de teatro escrita por William Shakespeare numa data não confirmada entre 1600 e 1602. É uma de suas peças mais famosas sendo fonte da célebre citação: "Ser ou não ser, eis a questão" (Hamlet, ato III, cena I).

quinta-feira, 31 de maio de 2007

Fénix


Nestes dias que passam a correr,
Sem sentir,
Nestes pedaços de tempo velho,
A renascer,
Reaparece a vida
Nas folhas novas a nascer,
Nas flores lindas por abrir.
Porém,
Tudo se acaba por varrer:
Todos acabamos por sofrer
Pelo que há-de vir.
E eu que nada sei,
Por nada ser.
Em cinzas vou partir
Das cinzas renascer!


Rogerio Simões

quarta-feira, 30 de maio de 2007

Erros meus, má fortuna, amor ardente


Erros meus, má fortuna, amor ardente
Em minha perdição se conjuraram;
Os erros e a fortuna sobejaram,
Que pera mim bastava amor somente.

Tudo passei; mas tenho tão presente
A grande dor das cousas que passaram,
Que as magoadas iras me ensinaram
A não querer já nunca ser contente.

Errei todo o discurso de meus anos;
Dei causa [a] que a Fortuna castigasse
As minhas mal fundadas esperanças.

De amor não vi senão breves enganos.
Oh! quem tanto pudesse, que fartasse
Este meu duro Génio de vinganças!



Luís de Camões

terça-feira, 29 de maio de 2007

19



Hoje estou triste




Recordo o dia que partis-te




choro, sim. porque eu choro!?




tenho saudades, sim. porque todos os dias que passaram eu tenho saudades!?




Foste, continuas e serás o meu primeiro amigo.




O mais sentido,




talvez porque levas-te contigo,




a inocência de ser criança...




porque com a tua partida,




despertou em mim a consciência da dor.




Mas hoje...




Desejo que pudesses estar cá comigo e pudesses




deixar-me sonhar, apenas só mais uma vez.




deixar-me pensar que irias ficar comigo, sempre junto a mim!




Fazer-me acreditar...




Apenas mais uma vez...




Que eu ainda conto contigo...




Faz-me pensar...




Que vais ficar sempre junto a mim...




Faz-me acreditar...




Somente mais uma vez...








O homem ou é tonto ou é mulher


Gostava de vos dizer uma coisa para terminar.



Às vezes tenho medo, muito medo.

Às vezes sofro.

Às vezes, penso nas pessoas que amo e penso na possibilidade de as perder.

Às vezes vejo alguém doente e fico incomodado.

Pode não ser um amigo ou um familiar.

Posso estar a vê-lo pela primeira vez.

Mas fico incomodado.

Aquela doença pertence-me.



Todas as doenças pertencem a toda a gente.

Todos os sofrimentos pertencem a toda a gente.

Todas as mortes pertencem um pouco a toda a gente.

Às vezes sinto isso muito,

outras vezes sinto menos.

Quando sinto menos posso preocupar-me com o mundo, brincar com a poesia, com a filosofia e com as palavras.

Mas quando sinto, deixo de conseguir pensar.

Quando sofro ou sinto o que alguém sofre, deixo mesmo de querer ser inteligente.

Deixo de querer parecer inteligente.

Se estivermos cheios a sentir, não temos espaço para pensar.

Não fazem sentido as lógicas, as filosofias, as discussões.

Todo o nosso corpo sente.

E o que resta? Nada.

Só existe aquela morte, aquela doença, aquela velhice.

Só aquele pai que amo e está a envelhecer. Só aquela mãe que amo e está a envelhecer.

Só aquele amigo que morreu num estúpido acidente.

Só aquele amigo que se tornou amargo porque a mulher o deixou.

Só o amor e a falta de amor.

As mulheres que nos enganam e as mulheres que são enganadas, as mulheres e os homens que enganam.

Os amigos que deixam de o ser, alguns inimigos que morrem, e temos pena.

Que importa o resto?

Onde está o livro importante?

O filme que resolve?

Podemos chorar à frente de um quadro, mas não resolve nada.

Podemos pintar um quadro, escrever um poema, mostrar às mulheres bonitas como somos bonitos, exibir o nosso corpo, mas que adianta?

Estamos sozinhos.

Se não estamos, vamos estar.

Os amigos vão-nos deixando, vão-nos deixar.

Vão morrer ou nós vamos morrer.

Ou então deixam de nos telefonar, ou então deixamos de lhes querer telefonar.

Estamos sozinhos. As pessoas que amo vão morrer.

Os livros não resolvem nada. A poesia é bonita e por vezes descansa, acalma, mas não resolve nada, não resolve nada.

Somos artistas ou não somos, e qualquer coisa que seja não adianta nada e nada impede.

Escrevemos poemas, mas não ajudam ninguém.

Escrevemos peças de teatro, sorrimos, tentamos pensar, tentamos ter ideias, tentamos distrair as pessoas, tentamos fazer pensar as pessoas, tentamos fazer chorar as pessoas, e isso é bom, e até pode ser bonito, mas não adianta nada, não resolve nada,

não adianta nada.







in Gonçalo M. Tavares, O homem ou é tonto ou é mulher.

Porto: Campo das Letras, 2002. pp. 74-76


Carros a AR

Já estão já em produção, carros que não utilizam combustíveis líquidos nem o gás que conhecemos.
Movem-se pura e simplesmente a ar, e os gastos são de cerca de 1-2 euros de luz por carregamento das botijas que dão para cerca de 200 kms.
A velocidade máxima é de 110 km/h, mas poupam-nos multas e levam-nos sem gastos onde mais nenhum conseguiu levar.
Os preços rondam os 5 a 9 mil euros, dependendo do tipo de carro.
Temos de deixar de sustentar os árabes à custa do nosso suor.
O carro deve a sua autonomia graças aos tanques de 90m3 de ar comprimido a 300 bars. A expansão do ar comprimido que entra no motor move os pistões que dão força ao motor.
O ar que sai do escape é ainda mais limpo do que entrou, pois é filtrado na hora de comprimir. O sistema de ar condicionado é baseado na reciclagem do ar. Devido a ausência de combustão a troca do óleo ocorre somente a cada 50.000Km.

Museu Berardo - Como é que o classificas?